17.8.08

Meu nome é Fabiano Conte, tenho 33 anos...

Aceitar um vício não é lá das coisas mais fáceis de se fazer. É preciso muita coragem e, sobretudo, muita cara-de-pau.

Hoje eu vim aqui a fim de fazer isso: de divulgar, de aceitar - melhor dizendo -, de contar a vocês sobre as coisas que me tiram o sono e que, invariavelmente, têm me feito mal: o meu vício em chutney de manga e em Tostitas.


O chutney

O minha primeira experiência com chutney de manga deu-se há uns 3 anos quando uma amiga, a Jany, levou um tanto para um festinha que dei em casa. Confesso que não foi amor à primeira vista, mas foi fácil perceber que havia uma ligação forte entre nós e que algum dia daria no que deu: não posso viver sem o troço. Como arroz, feijão, bife e chutney; macarrão com chutney; pão com queijo e chutney; bolacha água e sal com chutney. O meu recorde foi na terça-feira desta semana: Baconzitos com chutney às 3h da matina. Preciso contar o que aconteceu no dia seguinte?

A necessidade é tanta que aprendi a fazer. Ficava na dependência do meu irmão até descobrir que não é tão difícil assim. Aliás, é até fácil, e o meu ficou uma delícia. Pra quem quiser experimentar... Mas vejam: não me responsabilizo pelo dia seguinte, ou pelo resto de suas vidas.


As Tostitas

A minha relação com as Tostitas começou faz ao menos 20 anos. A questão é que eu apenas gostava delas, não era dependente como agora. Aliás, ser dependente de Tostitas é muito mais difícil do que ser dependente de chutney, e isso porque ela é uma bolacha que não se encontra em qualquer lugar. Na verdade, tenho somente um fornecedor, a quem visito umas duas vezez por semana. São cerca de quatro pacotes a cada 7 dias, comidos com um ritual preciso: primeiro eu tenho que comer a parte de fora da figura que há desenhada na bolacha, figura esta que vocês podem ver abaixo. Só depois, completada a ingestão do lado de fora do quase círculo, é que coloco todo o resto na boca. Preciso... e delicioso.



A única loucura que não fiz até agora foi comer Tostitas com chutney. Tenho medo do efeito, do prazer, da loucura que isto me traria. Pretendo não fazê-lo. O que desejo, agora, é tentar me livrar destas coisas medonhas que me acompanham diariamente, estas muletas sem as quais não consigo viver.

Meu nome é Fabiano Conte, tenho 33 anos, e sou chutnólatra e tostitólatra...

3 comentários:

rico disse...

Por que não tirou uma foto da chutney que vc mesmo fez. Fiquei curioso pra ver como é que é.

Anderson Evandro disse...

Meu amigo, me perdoe a ignorancia, mas O QUE DIABOS E UM CHUTNEY?

Anônimo disse...

vc é o Fabiano capixaba de vitória que estudou no senai ? www.ropecamar@hotmail.com
se for entre em contato .